Acarajé na praça, opção para o sábado
   Alessandra  Vieira  │     16 de maio de 2015   │     15:37  │  6

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Acarajé do Alagoinhas é recheado de camarão, vatapá e vinagrete

Acarajé sem dúvida é meu quitute baiano predileto da minha vida toda para todo o sempre, amém! Sou realmente muito fã dele. Muito mesmo. Mesmo mesmo.

Acontece que o danado é muito calórico e não dá para comê-lo tanto quanto eu gostaria, então passo semanas e semanas me segurando para não correr pro Akuaba e comer uma delícia daquelas com o mais original sabor da Bahia. O mais legal é que lá ele é servido com o bolinho fechado e o camarão, o vatapá, o caruru e a vinagrete vem em separado para você ir montando e saboreando ao seu bel prazer. Minha nossa, como é boa aquela pimenta!

Há uns dois anos, fui apresentada pelo meu companheiro Salatiel ao chamado “Caldinho da Gruta” – fica ali na lateral do Hiper Bompreço -, lá, além de um caldinho delicioso (depois farei um post só para ele), descobri meu segundo melhor acarajé de versão alagoana (vou chamar assim porque o nosso é muito diferente do baiano, também farei uma postagem sobre isso). Segundo, porque meu primeiro favorito é o do Alagoinhas e é ele o principal motivo dessa postagem.

Sábado passado, depois de uma caminhada na praia (para a consciência não doer tanto), decidimos comer um acarajé do Alagoinhas, na orla da Ponta Verde. Eu ainda não havia percebido, mas desde que os carrinhos de food trucks foram transferidos para aquele espaço próximo ao Alagoinhas, o acarajé atravessou a avenida e se estabeleceu na pracinha ali na frente. Na verdade, seu local de origem e de onde, na minha opinião, nunca deveria ter saído. O sabor do acarajé continua o mesmo, delicioso! O bolinho leva recheio de camarão, vatapá e vinagrete e é o mais gostoso acarajé de rua da nossa Maceió.

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Aos sábados vem acompanhado do som do verdadeiro samba de raiz

Na pracinha o espaço é muito maior, mais arborizado, muito mais agradável e o mais divertido é que aos sábados  você pode curtir o som do verdadeiro samba de raiz oferecido por uma turma bem animada que se reúne ali para tocar por prazer e compartilhar o melhor da nossa MPB. Ali na pracinha, de graça!

Hoje é sábado e ainda dá tempo de dar uma passada lá para conferir!

Dica da blogueira: não esqueça da cervejinha gelada!

 

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COMENTÁRIOS
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  1. Roberto Munhoz

    Prezada Alessandra,

    Estou de passagem por Maceió e ao entrar no portal de notícias locais me deparei com a inusitada chamada que diz: “Acarajé na praça é a grande pedida para curtir o sábado”. Na linha abaixo, outra frase enfatiza: “Apreciar o quitute baiano ao som de um bom samba raiz não tem nada igual”. Detalhe importante: a foto que ilustra a postagem reforça a primeira impressão – não vem coisa boa por aí.

    Vamos pensar juntos. Desde quando comer uma acarajé numa praça pode ser “a grande pedida para curtir o sábado”? Em Maceió? Tem certeza? Que cidade desinteressante é essa, que comer uma acarajé é “a grande pedida para curtir o sábado”? Parou pra pensar?

    A frase de reforço traz mais problemas. Não somente pela pontuação inexistente, mas também pelo lugar-comum e ilógico da ideia expressada. Pergunto: que novidade estimulante há em ouvir um samba de rua ao comer uma acarajé?

    E aí, ao entrar na postagem, deparo-me com outra coleção de equívocos – da escolha temática ao texto superficial. Cada período forma um apanhado de clichês e da pior maneira possível: sem conteúdo, em primeira pessoa, metido a engraçadinho e recheado com parágrafos inteiros de citação alheia – aliás, o livro de Maria Lecticia Cavalcanti parece ser de cabeceira -, no melhor estilo crtl c + crtl v. E mais: se depender da outra foto publicada no meio do texto, eu vou passar bem longe desse lugar.

    E para piorar você ainda se contradiz. Atente para esse trecho do seu texto: “Na verdade, seu local de origem e de onde, na minha opinião, nunca deveria ter saído”. Aqui, pelo que entendi, você lamenta a mudança de local do Acarajé. Veja as suas palavras: “Nunca deveria ter saído”.

    Logo depois, você conclui que: “Na pracinha o espaço é muito maior, mais arborizado, muito mais agradável…”. E aí, Alessandra, onde realmente é o melhor local para o “Acarajé do Alagoinhas”?

    Ao encarar as outras postagens, fica claro que você escolheu um assunto que realmente não entende e não tem traquejo. Na imensidão de blogs que povoam a Internet sobre gastronomia, um espaço sobre o assunto assinado por quem claramente demonstra não ter expertise no tema, criatividade editorial e muito menos estilo no texto literário, sinceramente, não vai fazer diferença.

    O choque é ainda maior quando leio a sua descrição profissional: “Alessandra Vieira é jornalista, editora executiva de cultura do jornal Gazeta de Alagoas e editora da Revista Maré no mesmo veículo. Gastronomia é uma de suas paixões”. Pelo que sei, o portal e o jornal que você escreve pertence a uma organização que domina a comunicação em Alagoas. Ou seja, você é editora executiva da editoria de Cultura no veículo impresso da mais influente empresa de comunicação de Alagoas.

    Eu entendo a sua (boa) vontade em se comunicar. Mas, não se ofenda. Em tempos como esse, não bastar ter o espaço e a vontade: é preciso saber comunicar. E só sabe comunicar quem se especializa no tema, domina o texto e apresenta consistência editorial.

    Minha intenção não é machucá-la, mas sim provocá-la por que, ao final, eu senti verdade no que você quer transmitir. Você está apaixonada pela profissão, pela posição que ocupa e está se esforçando ao máximo para dar o seu melhor. Contudo, é preciso estar atenta para saber o que realmente temos condições de fazer – se quisermos fazer bem feito.

    Fique em paz, fique bem e reflita.

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    1. Alessandra Vieira

      Sua opinião e a respeito, mas ela não vai mudar minha linha de pensamento, minha forma de escrever o meu blog e nem a forma como exerço minha função de jornalista. Espero que divirta-se e que se sinta acolhido em nossa cidade que sim traz muitas opções deliciosas e agradáveis de lazer. Agradecida por ter dedicado tempo e tantas linhas e palavras para comentar minha postagem! E que eu siga com o olhar apurado e o coração puro para apreciar também as coisas simples que a vida nos dá. Seja sempre bem vindo!

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    2. Larissa

      Oi, moço? Você não tem o que fazer não? A começar pelo fato de: se vc está de passagem por Maceió, deveria estar aproveitando melhor seu tempo e não falando abobrinhas em espaços alheios. Além do mais, blog é um texto opinativo, então obviamente estará em primeira pessoa. Vc tem probleminhas mentais? E, antes que eu me esqueça, vá catar coquinhos. A orla está cheia deles e talvez você tenha alguma utilidade por aqui.

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    3. Mariana

      Roberto, mulher, deixe de ser invejosa, recalcada. Vc deve ser jornalista e conhece bem a rotina da Alessandra. Deve estar se mordendo de raiva pela posição que ela ocupa na Gazeta. No mínimo, vc queria estar no lugar dela e não tem cacife pra isso.

      Melhore e cuide para não ter um infarto de tanta raiva.

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  2. Cláudia Gonzalez

    Nossa!!! Entro nesse debate sem maiores pretensões.
    Roberto Munhoz não soube apreciar…veio para mostrar sua capacidade de “criticar”. Talvez até se julgue merecedor de ocupar a posição da jornalista sob sua mira…e por isso transmite um quê de inveja em suas palavras. Basta lermos nas entrelinhas para percebermos seu intento. E para coroar, conclui seu texto com uma aparente intenção de ajudar, imbuído num ar de superioridade que chega a ser asqueroso. Coisa feia!!! É tão desagradável ler um texto de alguém tão cheio de si e que busca apenas se autopromover… isso estraga qualquer prazer. Mas só momentaneamente, felizmente.
    Sugiro ao Roberto Munhoz que exercite a elegância e o bom senso em suas “críticas”. Provavelmente, a prática dessas qualidades tornem suas palavras mais palatáveis e o transformem num verdadeiro crítico literário, se é isso que ele busca. E assim, feliz por ter se livrado dos grilhões de quaisquer sentimentos nocivos, tais como a inveja, o narcisismo e outros tantos dessa mesma vibração, consiga verdadeiramente apreciar o belo, o simples, o sofisticado e o gostoso da vida.
    Roberto Munhoz, no seu texto, mostra ser uma daquelas tantas pessoas que pensam mais do que sabem.

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  3. Cláudia Gonzalez

    E quanto ao texto da jornalista blogueira:.Que legal!!!
    Todos os que andam na nossa orla sabem do lugar ali mencionado,. frequentado por quem curte o quitute, a vista do mar, exercícios físicos etc., etc.
    Acho muito legal que em seu blog a autora saia, pelas ruas e pelas casas, procurando o que há de gostosidade nessa terra, para apresentar seus achados e suas opiniões a todos quanto queiram experimentar. Assim, nós, os leitores, seremos expostos ao gourmet e ao popular. Cultura é tudo isso.

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